À frente da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e vice-presidente do CONSESP, Sandro Avelar defende um modelo que vai além da repressão: prevenção, inteligência e diálogo com a sociedade. “Segurança pública não é apenas reagir ao crime. É antecipar riscos, investir em inteligência e fortalecer a confiança da população nas instituições”, afirma.
A integração entre Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos tornou-se marca da gestão. “A integração permite respostas mais rápidas e eficientes. Hoje, conseguimos atuar de forma muito mais estratégica, cruzando informações e prevenindo ocorrências antes mesmo que elas aconteçam”, diz Avelar.
Tecnologia é outro pilar. Sistemas de monitoramento, análise de dados e inteligência artificial ajudam a identificar padrões e direcionar o policiamento. “Estamos avançando em um modelo de segurança orientado por dados. Isso aumenta a eficiência e otimiza os recursos disponíveis”, pontua o secretário.
Os resultados aparecem na redução dos índices de criminalidade, reflexo de políticas contínuas que unem operações ostensivas e programas preventivos. “Os números mostram que estamos no caminho certo, mas não podemos relaxar. Segurança é um trabalho permanente”, alerta.
Mais do que ações policiais, a pasta investe em aproximação com a comunidade. “A população precisa ser parte da solução. Quando há confiança e colaboração, os resultados são muito mais consistentes”, defende Avelar.
Os desafios seguem presentes — crescimento urbano, novas dinâmicas do crime e necessidade constante de inovação. A adaptação é tarefa diária para as forças de segurança do DF.
Entre as prioridades estão ampliar o uso de tecnologia, fortalecer a inteligência policial, valorizar os profissionais e expandir políticas preventivas de base local.
Ao final, Avelar resume a visão da gestão: “Nosso objetivo é garantir que cada cidadão do Distrito Federal se sinta seguro. Isso se constrói com trabalho sério, planejamento e compromisso com a vida.”
Por Sérgio Botêlho Júnior



